Há coisas que não podem ficar entaladas cá dentro!

30
Mar 14

Há noites mal dormidas que nos trazem velhos fantasmas. Aquele medo teima em reaparecer. Já não sou capaz de olhar o espelho com medo do que o meu reflexo me possa dizer. Tenho medo de não me encontrar. 

Mas afinal o que é que eu sou? O que é que valho?... Muitas vezes a melhor resposta que encontro é: NADA. 

Este sentimento de não ser entendida, de não ser acarinhada, de não encontrar força, de não ser nada vai destruindo-me ao poucos e, em breve, não restará nada. Para me entregar ao abismo falta, apenas, um passo ou um desequilibrio, talvez.

E encontro, apenas, uma certeza: ninguém vai procurar-me depois porque a solidão faz, já, parte do meu código genético. 

 

 

publicado por Palavras Rasgadas às 13:43
sinto-me: nada

comentários:
"porque a solidão faz, já, parte do meu código genético"... Ok, mas a natureza é (im)perfeita e existem mutações genéticas... quiçá, um dia o teu DNA não sofre uma "mutação" :)



Diário de Uma Alma a 12 de Maio de 2014 às 01:28

Era bom... mas há mudanças que ocorrem em tempos errados. Naqueles em que não sabemos dar valor a essas mudanças.

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